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15 de outubro de 2008

Melhore a aquisição e retenção de clientes com o Neurographics

Por Eduardo Soutello (Diretor de planejamento da e|ou)
(matéria original aqui no Portal da ABEMD)

Que tipo de segmentação você tem feito em suas campanhas? Idade, sexo, renda ou algo um pouco mais complexo como: dados transacionais, recência, freqüência, ticket médio, etc?

Pois bem. Vale a pena saber que tem um pessoal fazendo um trabalhado bastante interessante neste sentido. É um novo olhar sobre os consumidores que promete sofisticar ainda mais formas de trabalharmos nossas bases de dados.

A metodologia apresentada pelos palestrantes da Thinkingkraft aqui no DMA é baseada nos Neurograpchis, ou seja, nos diferentes modelos mentais e padrões de pensamento que possuímos.

A partir desta análise, que se realiza através de uma pesquisa on-line, é possível criar mensagens personalizadas para cada grupo de pessoas em função utilizarem mais o lado direito ou esquerdo do cérebro.

São pelo menos 4 tipos de “thinking patterns”:

ANALIZER – Gosta de conhecer os detalhes sobre o produto ou serviço. Comparar com similares, além de ver em detalhes as condições de pagamento.

INTERACTOR – Tem o ímpeto de interagir com a comunicação. Nos ambientes on-line, gosta de clicar, contar sua opinião, ouvir os outros, pegar dicas com amigos e etc.

CONCLUDER – Faz sua avaliação com base nos dados e na emoção. Entretanto, é bastante objetivo e rápido. Viu, leu, comprou ou não comprou.

SYNTHESIZER - Vai direto ao ponto. Gosta de textos curtos e mensagens claras. Tudo pode parecer óbvio para uns ou uma “viagem” para outros, mas o fato é no DMA de 2005 assisti uma breve apresentação deles e de lá pra cá eles construíram alguns cases com bons resultados utilizando esta metodologia.

O grande obstáculo me parece colocar em prática uma pesquisa que abranja parte significativa das bases de clientes.